quarta-feira, 2 de maio de 2012

TRANSPLANTES DAS MUDAS MUDAS PARA OS VASOS.


RELATÓRIO 03
Titulo:ESTUDO E TRANSPLANTE PARA OS VASOS.
Data: 16/03/12
Local:UFMG(sala pet bloco A),horto.
Objetivo:estudo do artigo cientifico com o titulo enraizamento e morfo- anatomia de estacas caulinares de ondontonema strictum kuntze.
-conhecer a estrutura de um artigo cientifico.
-como se da o desenvolvimento de estacas.
Material e metodo;apostila,vasos
Resumo:discutimos os dados da apostila para entender e conhecer a estrutura de um artigo cientifico tais com;herbaceas,lenhosas,tubete de enraizamento,substrato inerte,veniculita. Vazemos o transplante das plantas da celula para os vasos.
Conclusão:concluimos que os tramplantes das mudas são importantes para o melhor desenvovimento das plantas.

AULA TEORICA SOBRE ESTRUTURA DA RAIZ.


RELATÓRIO 02
Titulo: AULA TEORICA SOBRE ESTRUTURA DAS RAIZES
Data: 09/03/12
Local:UFMG (sala pet bloco A)
Objetivo:Estudar a estrutura das raises
Material e metodos;Quadro, Data show, Computador, Power point e vasos, terra vermelha e adubo.
Resumo: Estudamos a estrutura das raises;e tambem as zonas como meristemetica,lisa ou de alongamento,pilifera,ramificação.Diversidades das raizes:tuberosas,aeréas,respiratorias,sulgadoras ou hautórios,tabulares ou estrangulantese e depois preparamos os vasos com a mistura de terra vermelha e adubo.
Conclusão: concluimos que antes de estudarmos a planta temos que saber seus componentes e suas estruturas.


terça-feira, 24 de abril de 2012

ESTAMOS DE VOLTA!!!

Depois de termos ganhado a FCEBENM (1º Feira de ciências do ensino básico do norte de Minas Gerais) (Projeto-Feira de Ciências: Plantas medicinais em uma abordagem interdisciplinar) na UFMG  em Montes Claros e também na V FECEB-MG Belo Horizonte,  retornamos nossas atividades  para o ano de 2012.
O que iremos realiza?

  •  Avaliar o crescimento e a retirada de óleos essenciais de poejo (Mentha polleguim);
  •  Seremos responsáveis pela produção de mudas,plantio e condução da espécie em dois ambientes:pleno sol e em sombra parcial, avaliando também o crescimento da espécie (comprinento das hastes e número de folhas);
  • Após 120 dias do plantio, as plantas serão colhidas, sendo determinada a massa e a retirada de óleos essencias, em laboratório da UFMG.                                                                                  
  •  Levantamentos bibliográficos sobre o uso das plantas medicinais e sobre a espécie Mentha Pollegium;                                               
  • Faremos também um levantamento de plantas medicinais presentes em quintais do referido bairro;                                                               
  • Serão visitados 30 residências de famílias de alunos, da referida escola,para entrevista estruturada visando levantar as espécies mais cultivadas nos domicílios e quais as espécies haveria interesse em introduzir nas residências, o que subsidiará futuras ações de extensão da UFMG;
  • Produção de horto medicinal da propria Escola Múnicipal João Valle Maúricio que deverá ser construido a partir das espécies mais utilizadas ou demandadas na região;
  • Exposição das fotos; A exposição das fotos serão feitas com as fotos tiradas nas nossas avaliações na UFMG e no HORTO QUE SERÁ MONTADO NA PRÓPIA ESCOLA.
  • oficinas de plantas medicinais; As oficinas serão feitas com a comunidade próxima a escola.
  •  exsicatas;
  • 64ª Para a reunião anual da SBPC e em novembro na própria escola.



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

destilação

A destilação simples serve para a separação de uma mistura homogênea de sólido e líquido, como NaCl e H2O, por exemplo. É importante que os pontos de ebulição das duas substâncias sejam bastante diferentes. A solução é colocada em um balão de destilação, feito de vidro com fundo redondo e plano, que é esquentado por uma chama. A boca do balão é tampada com uma rolha, junto com um termômetro. O balão possui uma saída lateral, inclinada para baixo, na sua parte superior. Nessa saída é acoplado o condensador. O condensador é formado por um duto interno, onde em volta desse duto passa água fria corrente. Esse duto desemboca em um béquer ou erlenmeyer.
aparato para destilação simples
Processo de destilação
A solução no balão é esquentada, até que o líquido com menor ponto de ebulição comece a evaporar. Ao evaporar, ele só tem o condensador como caminho a seguir. As paredes do condensador são frias, pois a sua volta passa água fria. Ao entrar em contato com essas paredes frias, o vapor se condensa, retornando ao estado líquido. Após algum tempo, todo o líquido de menor ponto de ebulição terá passado para o béquer, e sobrará a outra substância, sólida, no balão de vidro.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

COMO EXTRAIR ÓLEO ESSENCIAL DO POEJO

Oleo Essencial de Poejo (Pennyroyal)



O poejo (Mentha pulegium), também chamado de poejinho, poejo-real, menta-selvagem, é uma erva perene originária da Eurásia que atinge aproximadamente 40 cm de altura. Trata-se de uma das espécies mais conhecidas do gênero Mentha, da família Lamiaceae, pois apresenta um forte odor característico. Seu nome científico, Mentha pulegium, deriva da palavra latina pulex (que significa pulga) – uma referência ao antigo costume de queimar suas folhas para repelir esses parasitas. Com o tempo, no entanto, o poejo passou a ficar conhecido por suas propriedades medicinais, pois descobriram que seu chá é capaz de melhorar os casos de gripe, bronquite, acidez estomacal e dores reumáticas. Além disso, suas folhas foram introduzidas na culinária, sendo utilizadas na decoração de pratos e para temperar carnes de sabor forte – como as de carneiro e cabrito.
O óleo essencial de poejo, extraído por destilação a vapor, é amarelinho e apresenta um forte cheiro característico. Tal aroma, deliciosamente marcante, provém de uma substância chamada pulegona cuja concentração pode variar de 25 a 92% nesse óleo. No entanto, a pulegona é tóxica – capaz de atuar como repelente de insetos e provocar graves irritações no útero humano (efeito abortivo). É por esta razão que o óleo essencial de poejo deve ser administrado com muito cuidado. Além da pulegona, ele contém beta-cubebeno (20%), borneol (6%), mentol (6%), isomentol (0,7%) e outros elementos minoritários. Quanto às ações desse óleo, afirma-se que ele, de fato, possui propriedades mucolíticas, carminativas e cardiotônicas. Também é usado como inseticida e repelente de cães e gatos.
(*) este óleo não pode, em hipótese alguma, ser utilizado por mulheres grávidas!
Fonte:http://www.quinari.com.br/loja/index.php?option=com_content&view=article&id=87:oleo-essencial-de-poejo&catid=17&Itemid=9

terça-feira, 29 de novembro de 2011

CUIDADOS COM O POEJO

CUIDADOS NO CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS

Para iniciar uma horta medicinal, precisamos selecionar as espécies e identificar corretamente as plantas. Uma horta medicinal, por certo, deverá produzir, satisfatoriamente, ervas que podem ser usadas na culinária, temperos e aquelas de uso de rotina para o tratamento de doenças mais comuns do organismo. Tão logo sabemos o que plantar e por que plantar, devemos agora saber onde plantar uma horta medicinal.

1.LOCAL
O local a ser escolhido para implantação de uma horta medicinal deverá ter água disponível em abundância e de boa qualidade, e ser ainda exposto ao sol, principalmente pela manhã.

2.SOLO
O solo deve ser leve e fértil para que as raízes tenham facilidade de penetrar e desenvolver. Tendo disponibilidade é bom fazer a análise do solo, principalmente se tratando de horta comercial.
Quanto ao aspecto físico do solo, pode ser melhorado, no seu preparo, incorporando no mesmo, esterco e/ou composto orgânico, onde fornecerá nutrientes que ajudarão a reter a umidade. A correção do solo pode ser feita com calcário. Ainda podemos também adubá-lo com um produto natural: o húmus.
Certas espécies exigem solos úmidos como é o caso do chapéu-de-couro, cana-de-macaco, etc. Outras já gostam de terrenos areno-argilosos, com umidade controlada que é o caso de cará, bardana, alecrim, etc.
a) MÉTODOS DE PROPAGAÇÃO
è Propagação Sexuada
Sementes
Sementeira/Transplante
Semeadura direta
è Propagação Assexuada ou Vegetativa
Estacas de folhas
Estacas de caule
Estacas de raízes
Bulbos
Rizomas
Filhotes ou rebentos
Divisão de touceiras
b) PREPARO DO SOLO
Primeiramente, fazemos uma limpeza geral da área, e a seguir revolvemos o solo com enxadão, pá-reta ou arado (mecanizado ou tração animal).
A declividade da área é um fator de grande importância, pois se a mesma apresentar esta característica, devemos planejar antes a distribuição das espécies e a formação dos canteiros a fim de evitar a erosão. Como por exemplo, podemos citar o plantio de capim-limão em curva de nível onde o mesmo transforma-se numa faixa de retenção. Os canteiros e covas por sua vez também devem obedecer sua confecção em curvas de nível.
Iniciamos a formação das sementeiras e canteiros, com as seguintes dimensões: 1 a 1,2 m de largura e 0,2 m de altura. Nas sementeiras, vale lembrar que a terra deve ser bem fofa, e as sementes podem ser cobertas com areia bem fina ou terra coada. As covas que serão feitas para plantio de algumas espécies, devem ter 30 cm de largura x 30 cm de comprimento e 30 cm de fundura.
c) ADUBAÇÃO
É recomendável realizar a fosfatagem, com fosfatos naturais para corrigir a deficiência de fósforo típica dos solos brasileiros. De uma maneira geral, pode-se usar 150g de fosfato/m²/canteiro.
Uma adubação equilibrada é a chave para a obtenção de plantas mais resistentes a pragas e doenças também com maiores teores de fármacos, sem comprometer a produção de massa verde.
Para fazer a correção básica do solo recomenda-se usar 150g de calcário/m²/canteiro. O esterco de bovino é colocado na proporção de 6 a 101/m²/canteiro e esterco de galinha de 2 a 3 litros/m²/canteiro, estes devendo estar totalmente curtidos. Podemos acrescentar 2 litros de húmus/m²/canteiro. Em covas deve-se colocar 1/4 das dosagens recomendadas/ m² para cada canteiro. Nas sementeiras a adubação é a mesma dos canteiros.


http://www.plantamed.com.br/DIV/CULTIVO_COLHEITA_MEDICINAL.htm